30 julho 2008

Apetites

Aprecio muito punhetas de bacalhau, mas as espinhas aleijam um bocado...

29 julho 2008

...

24 julho 2008

Desperate times call for drastic measures

Por vezes, surpreendo-me a mim próprio. Vou arriscar: foda-se, sou um génio da lâmpada! Ontem, depois de uma cornada no bidé seguida de uma síncope de duas horas, surgiu-me o mais brilhante conceito da história da humanidade: cagar para comer. “Como assim, O Avó?” Fossas sépticas. “Que é que têm?” Fossas sépticas. São fixes e, para além disso, são brutais! “Porquê?” Porque sim. E porque armazenam merda e, melhor ainda, armazenam gás! “E depois?” Depois façamos uma canalização desde a fossa séptica até à cozinha e... Voilá! Gás natural a sair dos bicos do fogão! Totalmente grátis! Agora podemos cozinhar a partir das nossas próprias fezes, sem pagar um tostão por isso! “E isso não empestará a casa ou, pior, emprestará à comida um sabor... de merda?” Não! Cala-te! Fossas sépticas!!!

23 julho 2008

Desisto...

O último a desferir-me uma navalhada nos rins é um ovo podre!

07 julho 2008

Da Preguiça

O que fazer quando só apetece nada fazer?
Bem... Vou-me ali e já volto...

20 junho 2008

Da Ira

Ricardo (pseudoguarda-redes da selecção) - o foco de todo o meu ódio.
Scolari - baza, cabrão!
Federação Portuguesa de Futebol - vão-se foder todos, seus filhos de uma grandessíssima égua mal parida!!!
Gilberto Madaíl - o homem cuja diferença com um balde de merda é, precisamente, o balde.

19 junho 2008

12 junho 2008

Da Ganância

Meus amigos, vivemos tempos conturbados… Por mais surpreendente que a minha afirmação vos possa parecer, nem tudo vai bem no reino da Dinamarca… Senão vejamos: na minha ausência, o atrasado mental do puto que me ocupa a casa (vide posta à mirandesa infra) deixou a porta do frigorífico aberta durante dois dias; ando com uma caganeira de destruição maciça há já uma semana, e não mostra tenções de abrandar; e perdi os meus óculos de sol numa tarde/noite de intoxicação etílica com animus abutendi. Para além disso, parece que há um “problemazito” qualquer com o preço dos combustíveis, cujos contornos ainda não entendi muito bem… “Estão muito caros!” – ouvi dizer… E o sentimento parece generalizado…

O meu avô – bússola da minha existência – sempre me disse: “Oh meu palerma, se vires muita gente a chorar, faz lenços de papel!”. Porque nunca tive grande queda para a indústria de celulose, dei por mim, de há uns tempos para cá, a fazer planos de prospecção de petróleo. Lembrei-me imediatamente das palavras da minha avó, mais sensata e esperta que o meu avô: “Não sejas burro… O que dá dinheiro é fazer as pessoas chorar e não limpar-lhes as lágrimas – ou as nalgas, como eu faço com o teu avô. Caga nos lenços de papel!”. Li tudo sobre petróleo: a sua origem, extracção, refinação, etc.. Foi assim que descobri que o petróleo tem a sua origem em restos orgânicos de animais – mais precisamente, hidrocarbonetos. Agora só me falta escarafunchar uns quantos cus com a broca para ver se encontro o tão desejado “ouro negro”. Não deve ser difícil…

«Ai “o gasóleo está muito caro”? Mas querem continuar a andar de carrinho, não querem?! Então empurrem-no, seus borregos! Vá! É “energia positiva!”»

28 maio 2008

Da Inveja

Típico dia do puto-arrendatário que me ocupa 1/3 da casa:

18h00 – 18h30: Inicia a árdua tarefa de ir abrindo um olhito, até se habituar à (pouca) luz do dia que ainda resta.

19h00: Está pronto para se levantar da cama e iniciar mais um dia produtivo de trabalho.

20h00: Levanta-se, finalmente.

20h30: Toma o pequeno-almoço.

21h00 até às 00h00: Vê televisão.

00h15: Almoça, lancha e janta.

00h30 até às 07h00: Vê filmes e navega na internet.

Agora: eu não sou pessoa de nutrir invejas. A sério que não. Tirando o pároco da minha freguesia, que é capaz de aviar três fiéis devotas enquanto o diabo esfrega o escroto, não há quem me faça inveja. A não ser este puto, com a sua vidinha santa. Caralho lá p’ró puto! No outro dia, propus-lhe irmos a uma casa de putas. Moção apresentada, votada e aprovada, lá fomos nós ao sobejamente conhecido “Night City”... Aquilo que o meu caro amigo não sabia é que o referido estabelecimento, ao invés de putas, tem pretos. E em vez de um gajo pagar para foder, paga-se para não ser fodido. É uma cena nova radical que anda por aí. Funciona à base do medo.
Tenho feito esforços no sentido de ambientar o puto o mais possível. Todos os dias, acorda com um objecto novo na boca: meias sujas, cabelos que se emaranham no ralo da banheira, cotonetes, bocados de merda, enfim – toda uma panóplia de sabores e texturas ideais para começar bem o dia. E a verdade é que o puto anda aí que nem um menino recto. Felizmente, já se apercebeu que as regras por aqui são diferentes. Mas vá, no cômputo geral, até é um bom puto.
Ah! E tenho inveja do meu pai, por ter um filho tão asinino.

23 maio 2008

Da Gula

Coisa curiosa, a memória. A memória não funciona em linha recta, num fio temporal contínuo, lógico e, de algum modo, previsível, como o lento deslizar das nuvens ou o passar dos dias, mas antes em sucessivos círculos. Ou melhor, em espirais. Ela surge no pensamento consciente quando menos se espera e, sem darmos por isso, já estamos numa qualquer repartição pública a tentar disfarçar o embaraço provocado por uma monumental erecção, só porque o barulho mecânico e irregular de uma impressora nos fez recordar o lascivo e impetuoso arfar de uma antiga "fuck buddie".


A moça era bastante esforçada… Não era propriamente uma obra-prima da sensualidade, mas também não era nada de se deitar fora… Bem pelo contrário. Tinha umas maminhas muito bem feitas, redondinhas e firmes, umas feições agradáveis e um corpo bastante rijo – tesudo até! A sua nudez revelava uma volúpia antes oculta pelas roupas, o que lhe conferia uma aura irresistível que pura e simplesmente me destituía de vontade própria e me condenava ao pecado carnal. Via-se que gostava de me dar prazer. Mil vezes me fez vir e mais mil me teria feito vir, tivesse eu deixado e/ou o acaso proporcionado. Enfim, coisas que já lá (se) vão e que não (se) tornam a vir… A não ser na memória. E na mão esquerda…


Moral da história: a quarta dimensão é uma coisa bem fodida…

21 maio 2008

Kitt, vem me buscar!

15 maio 2008

Prioridades trocadas?*

O nosso primeiro-ministro encontra-se na Venezuela numa visita oficial para a assinatura de vários acordos de cooperação económica, mas o que mais se discute nos meios de comunicação sociais portugueses é o facto de José Sócrates ter acendido um cigarro no avião...
Belo trabalho de jornalismo, sim senhor...
Próximas notícias:
- Josef Fritzl nunca usou preservativo!
- A oscilação do preço dos combustíveis encontra-se directamente relacionada com a ondulação das riscas das zebras africanas!
- Cientista que descobriu a cura para o cancro usa cuequinhas de renda!
- Coitadinhos dos jornalistas, que tiveram de viajar num helicóptero a abarrotar!
Enfim...
*... ou pura e simples incompetência?

01 maio 2008

Monstro austríaco

A notícia que chocou o mundo:

“A polícia austríaca revelou sábado a descoberta em Amstetten, leste da Áustria, de uma cave onde um homem de 73 anos, Josef Fritzl, manteve sequestrada durante 24 anos a filha, actualmente com 42 anos, que violou repetidamente e da qual teve sete filhos.”

Esta situação abjecta transforma-se em algo curioso, do ponto de vista fiscal... Lembrei-me disto ontem, enquanto preenchia a minha própria declaração de IRS...

...

Funcionária da repartição de finanças de Amstetten: “Ora muito bem, Sr. Fritzl, penso que está tudo... Só falta aqui a composição do seu agregado familiar... Quantas pessoas são?”

Monstro Fritzl: “Somos dez.”

Funcionária: “Dez... Diga-me então quem são, por favor...”

Monstro: “Ora, sou eu, a minha esposa, os meus oito filhos e os meus sete netos.”

Funcionária: “Ena, tantos!... Mas oh Sr. Fritzl, assim são dezassete!”

Monstro: “Não, não... Somos só dez.”


Só não entendo porque é que a polícia austríaca demorou tanto tempo para descobrir esta monstruosidade. Bastava analisar a declaração de IRS de Josef Fritzl...

18 abril 2008

"Derby"

Não estou particularmente feliz com o resultado do derby lisboeta, contudo, valeu a pena o meu Benfica levar no pêlo só pela capa do jornal "A Bola" de ontem...
É ou não é a capa mais "fantástica" de todos os tempos?

13 março 2008

"Papoilas saltitantes"...

Foda-se... Devem andar a tomar Viagra em forma de supositório...

11 março 2008

Mulheres...

Muitos me têm dito: “Faz-me um filho!” e outros me dizem ainda: “Porque é que escreves tão pouco no Bicos e Tricos?”. Às primeiras tenho respondido: “Cala-te e chupa” e aos segundos digo apenas que a minha relação com o meu “diário” digital é como uma relação amorosa com uma mulher: tanto requer atenção, como, amiúde, desprezo. E desprezo é algo que me sai pelo cu. Assim, daquilo que os leitores deste blog não se podem queixar é de monotonia, porquanto tão depressa são presenteados com um “Adoro-te! Faz-me um bico!” como já estão a levar com um “Vai-me já lavar essa cona ao rio, que está toda badalhoca!”.
Porém, porque o desprezo em excesso pode conduzir ao desinteresse, aqui vos deixo uma típica conversa entre o mulherio do meu local laboral, desta feita captada pela minha spy cam:

«_ Oh linda, já viste? Enchi as ventas de bedum e agora estou aqui toda peganhenta... Emprestas-me o teu gloss?

_ Sim, toma. Estás a lambuzar-te toda para o O Avó?

_ Oh, claro que sim! Ele é tão bom! Só de pensar nele fico cá com uma comichão na rata! Já estou toda molhadinha!

_ Ai, nem me fales! Às vezes, quando estou perto dele, sinto aqueles calores... Sabes? Tenho que ir a correr para a casa-de-banho para apaziguar o clíto!

_ Podes crer... E ainda por cima hoje estou a ovular! Quero ver se ele me salta prá bichaninha, porque senão isto assim é um desperdício!

_ Por falar nisso... Agora é que reparei... Estou com corrimento...»

(...)

10 março 2008

Idiotices

Tenho 28 anos, mas tenho o corpo de um rapaz de 18. Conservo-o retalhado na minha arca congeladora.

14 fevereiro 2008

Dia dos namorados



Neste dia de São Valentim
Nada te vou oferecer.
Porquê? Não há pilim...
Não obstante, quero f...

25 janeiro 2008

Filha-da-puta de boa!

Felizmente, a minha terrinha ainda me vai proporcionando prazeres visuais deste género... Belas "rotundas" tem a minha terra...

21 janeiro 2008

Colpo Grosso

Quem não se lembra que vá apanhar nas bordas, porque não merece estar vivo.