27 setembro 2006

The meaning of life - II

C'UM FODA-SE!!!

The meaning of life - I

Hoje caguei uma cenoura inteira!!! Impressionante! Ontem à noite, havia comido uma cenoura. Através de um qualquer processo interno que desconheço, a cenoura ter-se-á reconstruído por inteiro, algures no intestino. Foda-se! E doeu!!!

Frases

" Chupa-me a piça, oh cabrão!"


Cavaco e Silva, in Diário de Notícias, respondendo à pergunta colocada por um jornalista que o questionava acerca do projecto de Lei que se espera que altere o regime de financiamento das autarquias.
(Para me precaver de eventuais processos judiciais - eles andem aí! - devo dizer que esta notícia é falsa... Mas poderia muito bem ter acontecido! E em que belo país viveríamos se assim fosse...)

25 setembro 2006

Caralhos me re-fodam!!!

Gosto de comparar a dor de cabeça a um pequeno anão latino-americano que salta de árvore em árvore. Filho da puta do pequeno anão latino-americano que hoje logo havia de saltar pr'á minha pequena oliveira!!!

22 setembro 2006

Gémeos siameses


Agora que penso bem no assunto... Acho que devia ter separado os meus putos à nascença...

20 setembro 2006

Cá se fazem, lá se pagam...

Os caralhos dos muçulmanos radicais – que, como comummente se sabe, são todos filhos de uma grande puta desdentada –, andam por aí a apregoar a morte aos “infiéis”, entre os quais se incluem, segundo eles, todos os cristãos. Então vamos pintar o seguinte quadro: Um pacato convento de freiras. Segundo as crenças muçulmanas mais extremistas, as cândidas e devotas senhoras que meditam naquele convento serão todas “infiéis” e, por essa razão, merecem a morte. Nessa lógica (se é que esta merda tem alguma lógica), um qualquer pixa-flácida de um qualquer grupo radical do Islão propõe-se entrar na dita habitação de comunidade religiosa e fazer-se rebentar num atentado suicida que o levará ao paraíso, onde o esperarão 300 virgens. O problema coloca-se precisamente neste ponto. Porque acredito num Deus infinitamente bom e, simultaneamente, que todas as religiões têm um fundo de verdade, difícil não é acreditar que aquelas freiras imaculadas que não fizeram mal a uma mosca ao longo de todas as suas vidas irão, também elas, para o “céu”. Ora, se a filosofia radical Islamita estiver igualmente correcta, poderá o incauto bombista-suicida chegar ao paraíso e deparar-se com o seu próprio Inferno pessoal: as 300 virgens que o aguardam são nada mais, nada menos que as 300 freiras a quem ele havia limpo o sarampo, há meros segundos atrás… Ah pois é, Senhor Bombista maluco! E agora? Borraste a pintura!
Como diria um célebre filósofo contemporâneo brasileiro cujo nome agora não me vem à memória: "Andaste na prancha... Cuidado!... O tubarão vai-te pegar!" Há lá merdas bem fodidas…

18 setembro 2006

Pois foi...

_ Olá! Está tudo bem?
_ Cá estamos!
_ Sim, isso é um facto incontornável. Mas a minha pergunta foi: "Está tudo bem"?
_ Vai-se andando...
_ Correcto. Isso é outra constatação do óbvio. Mal seria se assim não fosse! Mas está tudo bem?
_ E essa questão que o senhor coloca requer uma resposta que abranja todos os aspectos da minha vida, mesmo os mais minuciosos e irrelevantes como, por exemplo, uma unha encravada, a sanita entupida, ou o facto de a minha filha ser toxicodepentente e menosprezada pela sociedade?
_ Todos os aspectos da sua vida não... Apenas pretendo que me dê uma visão geral das coisas. Pergunto "Está tudo bem", como que questionando-a acerca da sua condição geral.
_ Ah! Então sim, está tudo bem. E consigo?
_ Vai-se andando...

17 setembro 2006

Vitominas...

Será possível?!? As merdas que um gajo descobre enquanto se passeia pelo espaço virtual...

16 setembro 2006

Paparratzas

Na esteira do que vem dominando os "Tops" de vendas musicais em Portugal, onde podemos encontrar artistas tão talentosos como os brilhantes "4Taste" (mais conhecidos como os Eat Shit), ou o prodigioso "F.F." (ou, Fuck Face) ou ainda os sublimes e luzidios meninos dos "D'ZRT" (quatro consoantes que podem querer dizer tanto...), decidi trazer à luz do dia o meu humilde mas ambicioso projecto musical, que pretende ser o próximo sucesso junto do rebanho da já chamada geração Morang'Ice. Primeiro, porque achei que o salto qualitativo que a música nacional deu me abre portas e me proporciona o momento ideal para esse intento. Depois, porque com tanta matéria fecal a entupir-nos os ouvidos, mais merda menos merda, ninguém dá conta. Os putos curtem e eu ganho uns trocados fixes.
Assim, aqui vos deixo a letra do meu primeiro single - que será o de lançamento - e que contou com a preciosa colaboração de alguém que prefere permanecer no anonimato:

I was inside my mother!
I was inside my mother!
I fucked her inside out when I was born!

I was inside my father!
I was inside my father!
I had a billion friends inside his balls!

Hummm... Hummm... Hummm...
Ahhh.. Ahhhh... Ahhh...
Oh yeah!

E por aí adiante. Isto é só o refrão... A minha mãe gostou bastante. Só que ela não percebe muito de inglês... Vou pedir ajuda à TVI.
(Acho que este post foi a gota de água que fará com que o meu desenlace mais que provável se revele uma alegre romaria rumo ao Inferno. Mas é na boa - o meu avô já me disse que aquela merda está cheia de putas finas!)

Que pensamento do caralho!

Gostava de morrer duranto o sono, como o meu avô...

e não aos gritos, desesperado, como os passageiros da camioneta que ele conduzia.

29 agosto 2006

Bertulina

Os pesadelos que eu vou ter à conta desta merda...

28 agosto 2006

Momento RFM: "Vale a pena pensar nisto..."

Por vezes, após uma bela duma cagada massiva, bastam-me duas ou três passagens com o guardanapo do ânus no dito cujo para ele ficar limpinho e cheirosinho (segundo os meus parâmetros...). Todavia, dias há em que parece que nem com um rolo de papel inteiro consigo limpar toda a merda deixada pelo mais pequeno dos cagalhões! Bom, mas no seguimento dessa minha questão filosófica, descobri que o meu papel higiénico é perfumado... E perguntam os porcos dos leitores: "Como é que chegaste a essa brilhante conclusão, O Avó?". Primeiro: Vão-se foder! Quarto: Estava eu na minha tarefa diária de esfregar o buraco anal com as unhas, quando, ao cheirar os dedos - acto contínuo - me apercebo que os mesmos cheiravam a merda... Ora, tal apenas se pode ficar a dever ao perfume do meu papel higiénico, que não será dos melhores... Mas amanhã confirmo. Durmam bem, meus bons amigos.

27 agosto 2006

Cornaduras, e mais o caralho!

Imaginemos a seguinte situação: Xavier, encontrando-se na sempre agradável companhia da sua bela namorada, está no seu quarto a transmitir-lhe todo o seu saber acerca dos bons usos e costumes da corte francesa do séc. XV. Se as coisas estiverem a correr de feição, ela estará em posição de quatro, a admirar tamanho conhecimento e a manifestar um prazer intenso perante tanto saber. Imaginemos agora que Xavier se lembra que aquela namorada não é a sua, mas a de um amigo seu. É de bom tom parar a lição a meio?
Quid juris?

05 julho 2006

Piu, pui, piu! E a puta que os pariu!!!

Ok, perdemos a meia-final contra a França. Uns dirão: "Bom, a nossa equipa jogou muito bem". Outros dirão: "Perdemos com um penalty duvidoso". Os mais revoltados tentarão desviar as atenções e insinuar que "não nos deixaram chegar mais longe". Eu digo isto: perdemos, mas podemos bradar ao Mundo que nos batemos que nem uns heróis e o resultado é um mero indicativo que não nos faz justiça. Dentro de campo, reduzimos a França à sua insignificância. Resta-nos a honra, a dignidade de termos feito um percurso brilhante sem necessidade de recorrer a truques baixos que nada têm a ver com futebol e a consolação de não sermos franceses. Antes derrotados, que paneleiros!

"ALLEZ" É MAS É O CARALHO, SEUS TRAGA-PIÇAS!!!

Decidi romper hoje com a monotonia que se vinha instalando aqui no meu modesto “diário” digital para tecer algumas considerações acerca do assunto que vem dominando a actualidade: o Mundial de Futebol na Alemanha. E ao romper com a monotonia, espero também romper uns quantos esfíncteres franciús. Após ter acordado de um longo coma – só não acordei mais cedo porque estava a ter um sonho pornográfico com a Soraia Chaves (o túnel que muitos relatam em experiências quasi morte, não é bem um túnel) –, apercebi-me que a selecção de todos nós vai disputar, precisamente no dia em que este amigo vos escreve, o acesso à grande final. Estou bastante orgulhoso e confiante. Até aqui, tudo bem. Mas caros amigos… Quem é que vamos defrontar no jogo de hoje? Pois é… A França… Ora, a França. A França, meus amigos… Como vocês bem sabem, não sou uma pessoa preconceituosa ou xenófoba. Sei bem respeitar a diversidade bio-cultural de cada um, considero que cada povo trás algo de único e bonito a este grande grupo de seres vivos estranhos a que usamos chamar de “Humanidade”. Sejam orientais, africanos, brancos, mulatos, altos ou baixos, guardo sempre um grande respeito e consideração por todas as raças. E depois temos a França… Não quero ser politicamente incorrecto – até porque não me dá jeito, tendo em conta o alto cargo governativo que me encontro a desempenhar –, mas a França é o berço de muita da maior merda que o espírito humano é capaz de inventar. A começar pelo idioma. Eu, como certamente a maior parte de vocês, tive a infelicidade e a obrigação de frequentar a disciplina de Francês, no Liceu, durante três anos. Foram os piores anos da minha vida. Nenhuma criança deveria ser sujeita a tamanha tortura e humilhação. O idioma francês é o idioma mais estúpido, feio e abichanado de entre todas as línguas do Mundo, e é o que mais lesões provoca ao nível abdominal – em razão das fortes contracções que induzem o vómito. Só de pensar em pronunciar o francês, já tenho o estômago a vociferar. Ora tentem lá dizer o nome do avançado Thierry Henry sem parecer que estão a vomitar! Pois. Precisamente.
E o que dizer dos franceses? Esses papa-léguas-de-pixas que só estão bem é com o talo bem enfiado pelo cu acima? Eu dava-lhes a Bastilha… No cu! Era a bastilha, os colhões e ainda haveria de existir espaço para uma Torre bem Eiffelada naqueles beiços! A sobranceria com que esses seres se passeiam pelas suas avenidas, e o caralho, como se o resto do Mundo fosse um bocado de merda ao pé deles, trás ao de cima os instintos mais homicidas de qualquer ser humano. Umas putas deslambidas que só gostam de apanhar no cu. E o que temos vindo a assistir nos jornais franceses, nos momentos que antecedem este encontro? "Ai! Que a selecção portuguesa é muito violenta!" - o que essas putas querem é que lhes façam uma "entrada viril"... E se tanto o querem...! Enfim… Por mim, nem as mulheres se safavam. Já repararam bem no ar das francesas? Parece que alguém lhes foi à “bichaninha” e não acabou o serviço. Sempre com o seu ar “naif”, muito esbeltas, muito refinadas e delicadas… Foda-se! Quem vos rebentasse com a cona à força de mil contra-torpedeiros e trezentos porta-aviões! Eu sei que as gajas até nem têm culpa – vivem em França e têm que levar com os franceses. No fundo, até devíamos ter pena… Mas que se fodam! Espetava a minha piça num daqueles conedos e ainda me arriscava a apanhar “o bicho”, oh caralho! Ainda dava por mim a querer naturalizar-me francês. Foda-se! Para mim, um bom francês é o francês que naufragou no mar alto e tem 250 quilos de betão armado preso às pernas. Isso sim, é um bom francês – não chateia ninguém, e por mais que grite “Secours!” ninguém o ouve (até porque, se tudo correr bem, estará debaixo de toneladas e toneladas de água salgada), logo, ninguém fica com os tímpanos fodidos. Só uma questão: sendo os franceses todos paneleiros, como é que procriam? Devem ser as cegonhas que os trazem… Putas das cegonhas…
Portanto, meus amigos, neste dia em que jogamos uma cartada decisiva no Mundial, vamos lá fazer um favor a estes “croissants” e comê-los à bruta e de uma só dentada. E vamos todos exclamar em uníssono, ao som de mil trompetes de ouro: Foda-se lá o caralho da homossexualidade – inventada pelos franceses –, dos bidés, dos perfumes, das putas das cegonhas que trazem os putos no bico e a palavra “avec”, que me enoja de morte e me repugna até às entranhas! Porque hoje, ser português é mandar um petardão titânico com a bola no filho da puta do Barthez, de modo a fazer explodir-lhe os cornos contra as redes da baliza!
Só espero é que este texto venha a alterar as consciências, inovando-as, e, dessa forma, suscitar a pergunta no seio da comunidade internacional – “Mas afinal, pr’a que caralho queremos os franceses?”

19 janeiro 2006

TESTE PSICOTÉCNICO (Aquela merdunga que salta de e-mail para e-mail)

1. Nome:
Adolfo Dias Majá Numfodes
2. Cor do cabelo:
Cor de Alperceiro-do-Japão.
3. Olhos:
Sim, tenho.
4. Altura:
1,85m.
5. Usa óculos e/ou lentes de contacto?
Só para dormir.
6. Irmãos?
Está bem, pode ser. Mas é melhor falar com a minha mãe.
7. Quem considera os seus melhores e mais chegados amigos?
O Luís Costa Ribas e a Simara.
8. Qual dos seus amigos vive mais longe?
A Sinead O’Connor. Tomei conhecimento, recentemente, que ela agora vive na pequena vila do Caralho-mais-velho, lá para trás do sol-posto.
9. Cor da roupa interior que está a usar agora:
Um bikini amarelo.
10. Última música que ouviu:
“Dorme, dorme, meu menino,/ que a mãezinha logo vem,/ foi lavar os teus paninhos/ à fontinha de Belém.” – Ontem estava muito nervoso, sem conseguir dormir, e a minha mãe cantou-me esta lenga-lenga. E depois enfiou-me o dedo no cu.
11. Últimos quatro dígitos do seu telemovel:
O “7”, o “8” e o “9”. E por baixo desses ainda tem o “0”.
12. Última coisa que comeu?
Um Sr. africano, de seu nome Calú.
13. Onde gostaria de ir na sua lua-de-mel?
Se possível, à cona da minha mulher. Se algum dia me casar, isto é…
14. Com quem gostaria de passar o resto da sua vida?
Com a instrutora do meu ginásio. Aquela peida faz-me cócegas no escroto de cada vez que se ri para mim.
15. Como está o tempo neste momento?
Vai andando ao mesmo ritmo, segundo a segundo, minuto a minuto. É uma puta duma cena fodida, este tempo, que não pára nem por nada! Foda-se!
16. Última conversa telefónica foi com...
Foi com… Foi com… Com o… Sei lá… Com o Xavier!... Sei lá, ó’caralho!
17. Qual é a primeira coisa em que repara no sexo oposto?
Assim à primeira vista, sobressai o matagal. E depois, claro, o buraco. Há quem afirme convictamente que, por vezes, se pode vislumbrar algo que alguns pseudo-intelectuais usam chamar de “clítoris”… Mas nunca vi lá nada dessa merda. Nem me interessa.
18. Como se sente neste momento?
Sorumbático. Não sei, às vezes… Sabe… O homem cognoscente aspira ao conhecimento universal, que tem sempre validade. Quer dizer… Nem sempre. Mas para chegar a esse conhecimento, o homem tem de romper o contacto directo com a experiência corrente. Com efeito, esta experiência proporciona sempre casos determinados, mas nunca, como tal, a norma geral ou o conceito universal. E isso dá-me cãibras no cérebro.
19. No seguimento da questão anterior, qual é a sua bebida favorita?
“Baba da cona”.
20. Qual é o seu desporto favorito?
Headball. Consiste em enfiar a cabeça numa trituradora industrial. Quanto mais estardalhaço e mais sangue jorrar, mais pontos o jogador se habilita a ganhar. Claro que existem umas pequenas nuances sobre as quais não vale a pena debruçar-me aqui. Mas é um desporto um pouco solitário… E, hodiernamente, já não se vêm muitos praticantes.
21. O que o faz feliz?
O cabeleireiro Eduardo Beauté. Faz-me rir.
22. Qual é o seu próximo CD?
Virgem. Vou gravar filmes porno.
23. Como ocupa os seus tempos livres?
Faço o que normalmente as pessoas fazem, penso eu… Gosto de me meter na linha do comboio que vai para o Entroncamento, com as pernas cuidadosa e ardilosamente colocadas em cima do aço.
29. Qual o melhor conselho que já lhe deram?
“Põe-te no caralho!” – E pus! E pus!
30. Já ganhou algum prémio?
Uma vez ganhei sífilis. Mas não considero isso um prémio. Qualquer indivíduo, colocado na minha posição, faria o mesmo.
31. Qual é a sua comida favorita:
Pitas! Pitinhas tenrinhas! Ai, caralho!
32. Filme favorito:
“Babysitter teaches lolita slut about sex and she gets it in every hole - adult porn fuck anal.” – Um documentário contemporâneo que relata os sonhos e as preocupações de um casal de jovens namorados e que relança a discussão sobre a importância de uma educação estatal. Será o Estado capaz de assegurar efectivamente, de modo directo ou indirecto, a realização das tarefas que correspondem às necessidades reais dos indivíduos e das colectividades subordinadas, consideradas em toda a sua diversidade e em toda a sua extensão? É uma pergunta que fica.
33. Dia preferido do ano:
O dia de finados.
34. É tímido para convidar alguém para sair?
Nas primeiras 46 tentativas, admito que sim. Mas depois também.
35. Qual foi a coisa mais idiota que já fez?
Tirei o curso de Direito… Mas não gosto de falar sobre isso.
36. O que prefere: filmes felizes ou assustadores?
Porno... Quanto mais assustadores, mais feliz eu fico!
37. Neste momento, qual é a principal prioridade na sua vida?
São as rotundas. E quem quer que seja que se apresente pela direita. Enfim, não sou um indivíduo muito exigente. Contento-me com pouco.
38. Se fosse um animal, qual seria?
O Pinto da Costa.
39. Nomeie uma pessoa ilustre para si?
O eterno “Ilustre Colega”. Puta que os pariu a todos! São todos Ilustres, ó’caralho!
40. Onde está a sua felicidade?
Foi passar uma temporada a Cedofeita.
41. O que vai fazer agora?
Gritar!
42. Dispa-se e tussa...
Cof, cof…

18 janeiro 2006

MOMENTO DE HUMOR

Dois putos (o Juvenal e o Amável – nomes fictícios, evidentemente) encontram-se no recreio da escolinha…
_ Juvenal! Oh Juvenal! Adivinha o que tenho na mão direita!
_ Hum… Sei lá, Amável…
_ Mas vê se adivinhas!
_ Hum… Um berlinde.
_ Não!
_ Um lápis.
_ Não!
_ O “Best Of” dos Eurhythmics.
_ Caralho! Não!
_ Puta que pariu! Tens um sideroscópio[1]!
_ Hum… Espera aí… Não! Também não!
_ Não sei, puto. Elucida-me.
_ Paralisia infantil.

[1] Sideroscópio, s. m. (fís.) Aparelho para estudar a influência dos magnetes sobre os corpos. (Do gr. sideros + skopein.)

10 janeiro 2006

A FARMÁCIA MAIS PRÓXIMA É NO CARALHO-QUE-TE-FODA!

Tenho quatro tetas. É um facto do qual não me posso esquivar. Bom… Não são tetas stricto sensu, mas sim quatro pequenos mamilos. Dois normais e outros dois um pouco mais abaixo daqueles. O par inferior é relativamente mais pequeno, é certo. Mas a ideia a reter é a seguinte: se, por infortúnio do destino e para mal de toda a humanidade, eu tivesse nascido mulher, ostentaria quatro tetas. Meus amigos… Quatro tetas! Por vezes cogito sobre a matéria em apreço durante largos minutos enquanto cago largas poias de merda e faço bolas de ranho[1]. As espanholadas que se faziam nuns seios assim… Ás vezes fico doente só de pensar nisso! Como hoje, por exemplo… Mas já me passou. A minha mãe bateu-me. Vou comprar Guronsan.

[1] Note-se o vernáculo totalmente despropositado e gratuito do autor: “Cago”, “poias de merda” e “bolas de ranho”. É interessante constatar, a cada momento, o relevo que o autor dá ao acto de defecar. E não só…

09 novembro 2005

Tira-me essa pachacha do sobrolho!!!

Sim, tenho andado um pouco distante. Sim, tenho negligenciado os dois únicos leitores deste blog (o Gonçalo e o meu pai). Mas isso apenas se deve à maldita da pachacha que me entretém os beiços e me distrai do meu objectivo de contar ao mundo os meus an-seios e re-seios. Decerto serei compreendido. Principalmente pelo meu pai. Avé!

07 outubro 2005

Arre caralho, c'assim me doeu!!!

Ontem à noite estava com uma tesão que até pareciam duas! Literalmente! Era uma tesão tal, que aquilo parecia o baluarte da democracia! Como é óbvio, atirei-me à punheta que nem Santiago aos Mouros: com uma fome de rato, de quem não come há 1 mês. Foi uma coisa por demais. A minha mão parecia uma debulhadora. Como os meus lindos e felizes leitores já devem ter depreendido, sou uma pessoa muito solitária. Sou, digamos que, uma espécie de cãozinho abandonado e triste, sou um mero mortal, tal como vocês, paneleiros de merda, que esperam, conformados, por um destino mais que certo: a morte. Em conformidade, bato punhetas como se não houvesse amanhã e este fosse o último minuto das nossas vidas. Sim. Punhetas é bom.
Continuando... Para ajudar à festa, o canal do nheco-nheco-treko-treko estava descodificado. Ora, como não sou pessoa de meios-termos, vai de bater uma pívia em formato 16:9. O filme era nojento, como é apanágio do canal nheco-nheco em apreço. Era uma "historieta" de três putas que, juntas, não valiam os colhões de um gato. Enfim... Deu para os gastos e desgaste de uma pixa já agastada. Pode-se dizer que o mastro ficou bem encerado. Quero que fique bem cromado, para quando for altura de o exibir na Feira Internacional de Tunning (F.I.T.). Foi um momento bem passado. Entretanto, ainda me deu para imaginar uma ou duas colegas de escritório, numa fantasia mais ou menos elaborada, onde se discutia sobre moda em cima da secretária do Dr. [Censurado], rematando eu, de forma pertinente, a seguinte pérola: "Oh [Censurada], o meu pixotim, na tua boca, fica-te bem! Faz-te mais alta!". Devaneios, devaneios...